segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Sim, é possível!




Policultura.



Biodiversidade sempre!

Pré Grito dos Excluídos


Neste sábado (29) aconteceu na Vila Estrutural o julgamento popular do governador do DF José Roberto Arruda, por seus crimes contra a população local. As denúncias foram apresentadas pelos desembargadores populares que, unânimes, votaram pela cassação dos direitos políticos de Arruda e pela prisão por 150 anos pelos crimes de corrupção, improbidade administrativa, peculato, calúnia e difamação, compra de votos, fraude em licitações, contratos de empresas fantasmas para “administrar” o jogo Brasil e Portugal, desrespeito aos contratos firmados com o BID, desrespeito aos Direitos Humanos, Lesão Corporal, entre outros.



Este julgamento surge como uma das poucas oportunidades da população realmente expressar a sua indignação contra este governador que gasta mais dinheiro em propaganda que em educação, saúde e segurança JUNTOS. Essa magnífica enxurrada de dinheiro público que foi parar na mão dos veículos de comunicação comprou deles o seu silêncio e a sua conivência com os atos ilegais, imorais e indignos do GDF. Hoje, não há um só grande veículo de comunicação que faça críticas ou se oponha ao projeto de especulação imobiliária e saque aos cofres públicos de Arruda e PaulOOctávio.



O grito da população da Vila Estrutural e dos moradores que foram despejados e reassentados no Núcleo rural Monjolo trouxe à tona a questão da moradia do DF, onde o governo utiliza a política fascista de segregação e privilegia a construção de bairros para ricos ao invés de resolver o problema crítico da moradia para a população de baixa renda do DF e entorno.



Esse ato foi uma prévia do que acontecerá no dia 7 de setembro, durante as comemorações da declaração da independência. Mas afinal, que independência é essa? Somos independentes sem trabalho? Somos independentes pagando aluguel? Somos independentes tendo transporte público gratuito DUAS vezes por ano (Aniversário de Brasília e 7 de setembro)? Somos independentes sem escolas de qualidade para nossos filhos? Enfim, que independência é essa?



Nesse 7 de setembro compareçam à Esplanada dos Ministérios, mas não para comemorar. Compareçam dizendo qual é o seu grito, o grito da sua comunidade, por uma sociedade melhor. Participe você também do GRITO DOS EXCLUÍDOS. A força da transformação está na organização popular.



Concentração 9 horas calçada da Esplanada dos Ministérios, ao lado da Rodoviária.

REUNIÃO E ENSAIO-GERAL DO ATO - TERÇA-FEIRA, 01 DE SETEMBRO, 19HRS VENANCIO III COBERTURA.


Participe!

Segue abaixo o link para o vídeo sobre a violência do governo Arruda que foi premiado no Festival de Cinema de Taguatinga e o manifesto do Grito dos Excluídos 2009:
http://www.youtube.com/watch?v=6OCt94YY1Ww
http://www.youtube.com/watch?v=yNinzLiiKyk


QUE INDEPENDÊNCIA É ESSA?

07 DE SETEMBRO DE 2009 – GRITO DOS EXCLUÍDOS DF!

Irmãs e irmãos de caminhada e luta. Nestes próximos dias o Brasil comemora mais um 7 de setembro, o dia "oficial" da Independência. Por um lado fogos de artifício, bandeirinhas, festas. Por outro, DESEMPREGO, FALTA DE MORADIA, A SAUDE DA POPULACAO PRECARIA. Questionamos a independência proclamada pelo Estado Brasileiro. Que Independência é essa? Independência é o(s) governo(s) calar a voz do povo porque protesta contra o pagamento das dividas de bancos, grandes empresas, fazendeiros e construtoras? Independência com dívidas que eles contraíram e no final quem paga são os cofres públicos? No dia 7/setembro vai haver desfile militar oficial. Nós queremos ir paras ruas também, mas para tirar um grito da nossa garganta: o GRITO DOS EXCLUÍDOS E DAS EXCLUÍDAS.

Essas situações de dependência que vivemos ainda hoje são frutos do sistema capitalista, sistema que é pai e mãe desta crise econômica – aumento do desemprego, das falências, desigualdade social, pobreza e a crise política com a corrupção. Enquanto a crise tira empregos dos trabalhadores, nossos políticos e governantes gastam tempo e dinheiro na defesa de Sarney, Collor, Renan, Artur Virgilio, etc. e nosso dinheiro é desviado para salvar grandes empresas à beira da falência. A grande mídia, que teria um papel importante na denúncia de todos estes fatos, ataca os movimentos sociais, contribuindo para a criminalização dos pobres, daqueles que não aceitam calados esta situação.

NO DF, o governo trabalha diariamente para favorecer a elite burguesa, numa clara política de favorecimento dos poderosos. Vejamos alguns exemplos:

a) Enquanto o governo levantou rapidamente o setor Noroeste, de apartamentos valendo milhões, a política de moradia popular continua baseada no “cadastro” e na “lista de espera” que nunca chega. O NOROESTE vai ser construído em área de reserva ambiental, aprovado rapidamente pela Câmara Distrital, proporcionando, no futuro, graves problemas ambientais, agravando o calor e a seca da região.

b) O GDF gastou quase R$10 milhões com UM jogo de futebol, mas não aprova recursos para criar novos Conselhos Tutelares, garantindo o atendimento à Criança e adolescente, evitando o abandono publico e criando condições para um futuro digno. R$10 milhões bem aplicados podem resultar em 20 quadras de esporte nas zonas pobres de Brasília.

c) Enquanto artistas populares do DF esperam apoio, Brasília se torna palco de grandes shows pagos pelo GDF, especialmente em seus aniversários.

d) Enquanto professores são desvalorizados, Arruda contrata aulas a distancia – tele-curso 2º grau – acordando com a Revista Veja e o Jornal Correio Braziliense a distribuição de exemplares nas escolas. Dias depois, Arruda aparece com uma longa entrevista na Revista VEJA.

e) Enquanto as lutas por moradia são tratadas como caso de polícia, os grileiros continuam a freqüentar os palácios do poder;

f) Enquanto os empresários conseguem rapidamente lotes no PRO-DF, os catadores de materiais recicláveis esperam, há anos, suas áreas e galpões.

g) Enquanto a polícia do GDF mantém uma política doutrinaria de vigiar e reprimir a população pobre, espancando e matando jovens da periferia brasiliense, o investimento em esporte, lazer e cultura é realocado em obras que devem garantir a re-eleição. O OBJETIVO DELES É SE MANTERERM NO PODER E NAO A JUSTICA SOCIAL.

h) Enquanto o sistema de SAUDE do GDF é considerado um dos PIORES DO BRASIL. As verbas da saúde são desviadas para acordos com a mídia local, calada pelo poder do dinheiro. DENUNCIAMOS que o GDF quer privatizar o hospital da cidade de Santa Maria. SAUDE é DIREITO FUNDAMENTAL, não privilegio o de quem pode pagar.

i) Enquanto o valor das passagens aumenta, fora da região central continuamos sem um transporte público digno.

Diante deste cenário, o que podemos fazer? Vamos a LUTA: reclamando nossos direitos e cobrando quando não são respeitados. Denunciamos toda prática que atenta contra a dignidade humana, contra as nossas riquezas e reservas naturais e contra a cultura e beleza do nosso povo. Vamos juntar forças em favor da aproximação e união dos povos neste Brasil, em novas e criativas expressões de arte e cultura, credo e orientação sexual, a partir da integração entre homens e mulheres, negros, índios, brancos, hetero e homossexuais.

Tudo isso é fazer política, é construir democracia. O princípio da democracia é o poder do povo, e não somente eleições que ocorrem a cada quatro anos. É necessário que o poder ESTEJA NÀS MÃOS DO POVO. Isto somente será possível com a organização nos espaços coletivos que participamos. É preciso que nosso povo unido lute e construa novas maneiras de viver. O poder não chegará às nossas mãos sem novas propostas e alternativas de manifestação popular, sem construir espaços de unidade de luta, sem a denúncia das injustiças e da cultura de morte. É por isso que fazemos esse chamado para o 7/setembro e GRITAMOS:

A FORÇA DA TRANSFORMAÇÃO ESTÁ NA ORGANIZAÇÃO POPULAR!

ARTICULAÇÃO GRITO DOS EXCLUÍDOS E ASSEMBLÉIA POPULAR DO DF E ENTORNO

http://assembleiapopulardf.blogspot.com/

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

[EUA] Perspectivas da teoria anarquista sobre a mudança climática e a crise econômica


O jornal Perspectivas da Teoria Anarquista do Instituto de Estudos Anarquistas (IAS em inglês), esta à procura de textos sobre a atual crise econômica feitos por radicais e revolucionários. Vemos a crise ecológica como conseqüente da estrutura de classes dominantes e gostaríamos de publicar matérias que explorassem esse momento tão propício para uma mudança social radical, para melhor.

Atualmente o mundo enfrenta o impacto imediato da recessão global e a aparente realidade de catastróficas mudanças climáticas. A economia e o meio ambiente estão intimamente ligados, já que as decisões econômicas destroem o equilíbrio da natureza e não são sustentáveis a longo prazo. A ecologia talvez seja a única questão que o capitalismo não consegue responder. Essa crise climática, uma ameaça à vida de bilhões de pessoas, primeiramente os pobres do hemisfério sul, assim como incontáveis espécies de animais e plantas, ainda não recebeu a consideração da esquerda anti-autoritária.

Até então recebeu alguma atenção da esquerda e dos grupos anti-civilização e primitivistas praticantes da anarquia verde, mas estamos à procura de novas elaborações e um tratamento sistêmico de grupos de atuação social e anti-autoritários.

Nós gostaríamos de publicar artigos sobre, mas não só, qualquer um dos temas abaixo:

• análise das causas primárias da mudança climática com ênfase no capitalismo industrial e a intenção de lucro;

• como uma sociedade anarquista resolveria os problemas inerentes à emissão de gases poluentes que também explore vários aspectos da crise, do transporte à produção de energia;

• meios de organização e estratégias que envolvam, particularmente, a justiça ambiental e a luta contra o racismo ambiental;

• a crise econômica a partir de uma perspectiva revolucionária;

• as origens da crise econômica, sistemática e localmente, de forma esclarecedora e acessível para leigos;

• as oportunidades de mudança que ambas as crises representam para os revolucionários;

• um modelo econômico anarquista que evite as conseqüências devastantes do capitalismo, tais quais: a pobreza endêmica, o desemprego e do perene ciclo de alta súbita na cotação de valores e recessão (boom and bust).

Acreditamos que esse é um ano crucial em que as sociedades devem começar a confrontar as implicações catastróficas da mudança climática seguindo o modelo revolucionário. Sem sérias mudanças nas estruturas sociais os sistemas humanos e o ambiente natural podem ser modificados de tal forma a torná-los irreconhecíveis ou até inabitáveis. Pois todos os dias a crise econômica está cobrando caro dos pobres e da classe operária, como também da classe média. Quais análises e soluções os anarquistas e anti-autoritários têm a oferecer?

Perspectivas serão postadas online e artigos publicados na íntegra. Também estamos pensando em publicar uma edição anual impressa. Todos os artigos aceitos serão publicados em nosso site e poderão entrar na versão impressa.

Institute for Anarchist Studies

PO Box 15586, Washington, DC 20003, USA

http://www.anarchist-studies.org

info@anarchiststudies.org

Tradução > BAH

agência de notícias anarquistas-ana

Festival de vida:
as borboletas se amando
no meio da estrada.



Humberto Del Maestro

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Companheiro morto! Truculência no RS só aumenta!


O trabalhador rural Elton Brum da Silva foi morto na manhã desta sexta-feira (21/8) em São Gabriel, no Rio Grande do Sul. O trabalhador, que levou um tiro no peito, foi levado por policiais da Brigada Militar que faziam o despejo da Fazenda Southall à Santa Casa do município. No entanto, os funcionários do hospital se negam a dar informações e dizem que devem ser obtidas com a polícia, que também está omitindo o fato.

O MST lamenta com pesar o ocorrido e responsabiliza os governos e a Justiça. Afinal, é de conhecimento público a truculência usada pela Brigada Militar nas ações de despejo. Mesmo assim, os poderes públicos optam por tratar as questões sociais, como a Reforma Agrária, como caso de polícia.

[Peru] Pronunciamento libertário sobre os acontecimentos na Amazônia


Pretendem que a gente viva uma farsa. O poder opressor (Capital, Estado etc.) não somente utiliza da violência física para nos controlar, mas também cria uma jaula invisível chamada “normalidade” para se apoderar do pensamento e das aspirações dos dominados, impedindo-os de ver a possibilidade de sua própria libertação. Quem desobedecer será sancionado socialmente como sonhador ou subversivo. Os meios de comunicação também são armas: disparam cortinas de fumaça para desviar a nossa atenção, e assim esquecemos as injustiças cotidianas. A imprensa maquia os fatos, os transforma em mercadoria, banaliza a morte. Por isso, enquanto as pessoas eram assassinadas em Bagua, rapidamente o sistema tratou, em primeiro plano, de fazer um teatro, exaltando novas glórias esportivas, com manchetes repletas de fervor patriótico: o vermelho da bandeira peruana se sobrepondo ao vermelho do sangue dos mortos no conflito ainda não resolvido na Amazônia.

O regime pretende ocultar que ainda existem centenas de desaparecidos, dezenas de presos, famílias desconsoladas, comunidades incompletas, pois, no ataque policial, muitos daqueles que fugiram ainda não voltaram. As arbitrariedades nas prisões são as coisas mais comuns. Pretendem provocar a desmoralização das pessoas para acabar com anos de luta e organização, mas, apesar da repressão, os povos amazônicos seguem dispostos a lutar.

Não, não defendemos a soberania nacional, se isto significa propriedade do Estado e domínio de sua burguesia local. Somos partidários da administração direta das comunidades, de sua capacidade de autogestão. Somos contra o desenvolvimento cego e a indústria depredadora, é o momento de formular formas radicalmente distintas de convivência, sem exploração do homem e da natureza. Não atacamos a empresa transnacional por ser estrangeira, mas sim por ser exploradora, capitalista. A luta amazônica não foi provocada pelo chavismo ou outros supostos agitadores. Estas são mentiras do governo que quer encontrar falsos culpados e negar a capacidade das comunidades de atuarem por si mesmas. Defendemos a autonomia dos povos e desejamos espaços livres de contaminação não somente no Peru, mas em todo o mundo. Este conflito não é uma guerra de “Estados imperialistas” contra suas Neo-colônias, o Capital usa qualquer bandeira (o inimigo também se veste de vermelho e branco) por isso compreendemos que, para nos liberar, é inútil falar de “pátria”.

Não se trata de manter espaços para o turismo ou de uma saudade cafona do bom selvagem. As comunidades indígenas possuem seus próprios conflitos. Não idealizamos, simplesmente somos solidários contra o inimigo comum. O poder opressor tem atacado sem dó, tem matado, continua matando e pretende que a gente olhe para outro lado para que possa prosseguir impunemente. Esta luta é a luta de todos, e se hoje são os indígenas amazônicos, amanhã pode ser qualquer um o “desaparecido”, pois o Estado e o Capital são o mundo da não-troca, da homogeneidade repressiva que cospe em nós se tivermos a ousadia de questioná-los. Para este mundo, somente existimos como objetos, como mercadoria, somos descartáveis.

Lutemos. Vamos opor a essa normalidade homogeneizante a nossa diversidade crítica. Sejamos a negação dessa farsa. Como dizem os zapatistas no México: Se neste mundo não cabemos, então outro mundo terá que ser feito.

Anarquistas em Lima

Sábado,15 de agosto de 2009.

Tradução > Marcelo Yokoi

agência de notícias anarquistas-ana

Deitado de costas
o besouro agita as pernas
Parece nadar

Eunice Arruda

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Alternativas sustentáveis.

Arroz trazido nos navios negreiros é fonte de renda e desenvolvimento em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul. Empregando a tecnologia de biomineralização, o cultivo do grão é ecológico e tem custos reduzidos.

domingo, 9 de agosto de 2009

MST lança Acampamento por Reforma Agrária em Brasília


Brasília recebe mais de 3 mil trabalhadores e trabalhadoras rurais de 23 estados e do Distrito Federal do MST e outros movimentos da Via Campesina em um grande Acampamento por Reforma Agrária, a partir desta segunda-feira (10/08), em frente ao estádio Mané Garrincha. Às 10h, será realizada coletiva de imprensa na tenda em frente ao portão 8/9, para apresentar os objetivos e a programação do Acampamento.
A mobilização integra a Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária e pretende jogar luz sobre três temas centrais para a efetivação de um programa de Reforma Agrária massivo e popular para o Brasil. O primeiro deles é o assentamento das 90 mil famílias acampadas pelo país e das mais de 45 mil assentadas apenas “no papel”, porque esperam por investimentos em habitação, infra-estrutura e produção.
Parte significativa das famílias acampadas do MST está à beira de estradas desde 2003. Das 353 mil famílias que ocuparam terras ou acamparam entre 2003 e 2006, 85% viviam na região Centro-Sul e Nordeste. Nessas regiões, foram assentadas 30% das famílias contabilizadas. Por outro lado, 70% dos assentamentos do governo estão concentrados na Amazônia. Menos de 15% de famílias acamparam e ocuparam terras na região Amazônica, somando 53 mil famílias. No entanto, 240 mil famílias tiveram a posse regularizada na região.
Os acampados exigem também a atualização imediata dos índices de produtividade, que são usados como referência para classificar como improdutivo um imóvel rural, que deve ser destinando à Reforma Agrária. A lei agrária de 1993 determina que esses números sejam atualizados a cada cinco anos, mas a tabela está intocada desde 1975. Depois da marcha do MST de 2005, o presidente Lula prometeu fazer a atualização dos índices, que depende apenas da assinatura de portaria pelos ministros do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura. “É uma grande contradição que o agronegócio, que se gaba de sua produtividade, não queira a atualização dos índices”, afirma José Batista de Oliveira, integrante da coordenação nacional do MST.
Outra reivindicação do Acampamento é o descontingenciamento, por parte do Ministério do Planejamento, de R$ 800 milhões do orçamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para este ano e aplicação na desapropriação e obtenção de terras, além de investimentos no passivo dos assentamentos. O MST exige também a ampliação dos recursos previstos destinados à Reforma Agrária.
“Estamos perdendo mais uma oportunidade histórica de fazer a Reforma Agrária em nosso país, e é uma obrigação nossa recolocar esse debate na sociedade. É preciso garantir as conquistas econômicas e dialogar com toda a população sobre a importância do tema, principalmente no contexto de crise econômica mundial - que torna ainda mais urgente a realização da Reforma Agrária para a garantia de soberania alimentar e geração de empregos”, ressalta Oliveira.
Durante os dias de Acampamento, estão previstos estudos sobre a conjuntura agrária e debates sobre temas importantes para a construção de projeto popular de desenvolvimento do país, como clima e meio ambiente, energia e petróleo, previdência, juventude, comunicação, gênero e raça - além de marchas, protestos e atividades culturais.
Jornada nos estados
Na próxima semana, o MST promove marchas e mobilizações nas capitais para reivindicar Reforma Agrária. Em São Paulo, teve início nesta quarta-feira (05/08) a Marcha Estadual de Campinas a São Paulo, com 1,2 mil trabalhadores rurais.
Na quarta-feira (04/08), mais de 500 trabalhadores do MST do Pará iniciaram uma Marcha Estadual em Defesa da Reforma Agrária e Contra a Crise. A marcha conta com camponeses e camponesas vindos de todos os acampamentos e assentamentos do MST no estado, que farão um percurso de aproximadamente 200 km, do município de Irituia até a capital Belém, caminhando pela rodovia Belém – Brasília.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Zeitgeist Addendum [Legenda português

Zeitgeist